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segunda-feira, 27 de maio de 2019

NÚMEROS OFICIAIS


Resultados finais globais das eleições Europeias. Sozinho, o PS teve mais 113 953 votos que a soma do PSD com o CDS e a ALIANÇA.

Os mandatos ficam assim distribuídos:

9 do PS / 6 do PSD / 2 do BE / 2 da CDU / 1 do CDS / 1 do PAN

Clique no mapa da Comissão Nacional de Eleições.

EUROPEIAS 2019


Está tudo dito: o PS ganhou de forma clara.

Desde 1999 que o partido de Governo não ganhava as Europeias. Nesse ano, Soares foi o cabeça-de-lista do PS de Guterres.

A vitória do PS reflecte duas coisas: em primeiro lugar, reconhecimento da acção do Governo de António Costa. Em segundo, repugnância pela campanha suja de Paulo Rangel, que conseguiu a proeza de abrir um buraco de 11,5% [21,9 contra 33,4] entre o PSD e o PS.

21,9% corresponde ao pior resultado de sempre do PSD.

Em princípio, o PS ficará com 10 mandatos, o PSD com 5, o BE com 3, a CDU com 1, o CDS com 1 e o PAN com 1.

Clique na imagem.

domingo, 26 de maio de 2019

OBVIAMENTE


Qualquer que seja a nossa escolha, o importante é votar. Delegar numa minoria resultados que afectam a vida de todos é um acto irresponsável.

sexta-feira, 17 de maio de 2019

EUROPEIAS. SONDAGEM


Sondagem do ICS e do ISCTE para o Expresso e para a SIC, divulgada esta noite.

PS = 36%

PSD = 28% / BE = 9% / CDU = 8% / CDS = 8% / PAN = 2%

Os 21 deputados portugueses poderiam ser:

9 do PS / 6 do PSD / 2 do BE / 2 da CDU / 2 do CDS

Clique nas duas imagens para ver os gráficos do Expresso na íntegra.

EUROPEIAS 2019


Em Portugal, as eleições europeias de 2014 tiveram uma participação de 33,8% dos inscritos. Ou seja, uma abstenção de 66,2%. É inadmissível.

Mas nos últimos cinco anos muita coisa aconteceu na Europa: exacerbação dos nacionalismos, avanço da extrema-direita, xenofobia a Leste, paroxismo migratório, triunfo do populismo, novo tipo de relacionamento com países terceiros (em particular com os Estados Unidos, a Rússia e a China), ondas de choque do Brexit, consciência das alterações climáticas, regressão nos costumes, nova liderança do Eurogrupo, etc.

Isto muda por completo o perfil das eleições. A UE de 2014 já não existe. Estamos em 2019. Merkel deixou a liderança da CDU. António Costa substituiu Passos Coelho. Macron substituiu Hollande. Sánchez substituiu Rajoy. May substituiu Cameron. Centeno substituiu Dijsselbloem. Marcelo substituiu Cavaco. Antigos satélites de Moscovo são hoje repúblicas proto-fascistas.

A única coisa que não mudou foi a pobreza (e, muitas vezes, a javardice do discurso conservador-nacionalista) da campanha eleitoral. Mas temos de esquecer os tartufos que monopolizam feiras e televisões. É preciso mostrar-lhes que não vale tudo.

Depois de amanhã, mais de 20 mil portugueses votam por antecipação. É bom saber que tanta gente, impedida de votar no próximo dia 26, se preocupou em assegurar o voto antecipado.

A ver vamos se, no próximo dia 26, a abstenção continua a ser a escolha de dois terços dos potenciais votantes.

Clique na imagem.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

AGITPROP PATRIARCAL


A pretexto da “defesa da vida”, eufemismo de combate ao direito das mulheres interromperem voluntariamente a gravidez, o Patriarcado de Lisboa publicou no seu mural um apelo directo ao voto no CDS, na coligação BASTA e no NÓS CIDADÃOS.

São seis os critérios da Federação Portuguesa pela Vida:

«Vida por nascer / Rejeição da eutanásia / Liberdade de educação / Oposição à ideologia de género / Proibição de barrigas de aluguer / Combate à prostituição».

Voltámos aos tempos em que os padres de Braga mandavam incendiar sedes do PCP?

D. Manuel Clemente, o Patriarca de Lisboa, reconheceu a «imprudência» da publicação, que mandou retirar.

Fica a imagem do Facebook para memória futura. Clique.

sexta-feira, 26 de abril de 2019

EUROPEIAS


Sondagem da Pitagórica para a TSF e o Jornal de Notícias, divulgada esta manhã.

Maioria de esquerda = 48,1%. PSD+CDS = 35,6%.

Clique na imagem.

quinta-feira, 18 de abril de 2019

EUROPEIAS


Sondagem da Aximage hoje divulgada no CM e no Negócios.

Maioria de esquerda = 51%.

Se este estudo for confirmado nas urnas, PS e PSD elegem o mesmo número de deputados.

A soma da Direita [PSD+CDS+ALIANÇA] corresponde a 39,2%.

A tese do puxão de orelha aos Governos, sejam eles quais forem (uma única vez, em 1999, o partido que estava a governar ganhou as Europeias: foi o PS, mas Soares era o cabeça de lista), é equivalente a brincar com o fogo. A ver vamos.

Clique no gráfico do Negócios.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

REMODELAÇÃO


A escolha de dois ministros para a lista com que o PS concorre às eleições europeias de Maio deu azo a uma mini-remodelação governamental. A posse é amanhã.

Pedro Marques, ministro do Planeamento e das Infraestruturas, escolhido para cabeça-de-lista do PS, será substituído por Pedro Nuno Santos, secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, lugar que será ocupado por Duarte Cordeiro, que sai da Câmara de Lisboa para o Governo.

Duarte Cordeiro, vice-presidente da CML até amanhã, será secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro e dos Assuntos Parlamentares.

Maria Manuel Leitão Marques, ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, de saída para o PE, será substituída por Mariana Vieira da Silva, actualmente secretária de Estado adjunta do primeiro-ministro.

O actual ministério do Planeamento e das Infraestruturas terá nova orgânica (e novo nome), uma vez que a gestão dos fundos comunitários terá ministro próprio: será Nelson de Souza, actual secretário de Estado do Desenvolvimento e Coesão, ministro do Planeamento a partir de amanhã.

O ministério do Planeamento e das Infraestruturas passa a designar-se ministério das Infraestruturas e da Habitação.

Ana Cláudia Pinho será a nova secretária de Estado da Habitação.

Tiago Antunes será o novo secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros.

Rosa Lopes Monteiro será a nova secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade.

Luís Pinheiro será o novo secretário de Estado da Modernização Administrativa.

Maria do Céu Albuquerque será a nova secretária de Estado do Desenvolvimento Regional.

Jorge Moreno Delgado será o novo secretário de Estado das Infraestruturas.

Alberto Afonso Souto de Miranda será o novo secretário de Estado Adjunto e das Comunicações.
Na imagem, Pedro Nuno Santos. Clique.

PORTUGAL NÃO MUDA


Um ajudante de pedreiro a caminho de Bruxelas  — É desta forma  inqualificável que o Observador destaca uma peça do jornalista Pedro Raínho sobre a escolha de Pedro Marques, 43 anos, actual ministro do Planeamento e das Infraestruturas, para cabeça-de-lista do PS às eleições europeias. Passaram 45 anos da queda do Estado Novo e continua tudo na mesma. Chiça!