A Attitude é uma revista gay, britânica, que se publica desde 1994. Não usa paninhos quentes: grafismo e conteúdo explícito. Pois bem, o príncipe William (ou seja, o duque de Cambridge) faz a capa do número de Julho, que chega às bancas no próximo dia 22. É muito claro nas afirmações que faz em entrevista. Uma das fotos, de 2004, mostra-o de speedo a sair da piscina. Lembrar que o neto da rainha dinamiza um grupo de apoio à comunidade gay em matérias como o assédio moral e o bullying, praticados na escola, no emprego e no espaço público. E anteontem esteve com a mulher na embaixada americana a apresentar condolências pelo massacre de Orlando. Clique na imagem.
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quarta-feira, 15 de junho de 2016
segunda-feira, 13 de junho de 2016
A BARBÁRIE
O Daesh já reivindicou o ataque à discoteca gay Pulse: «Foi um soldado do Califado.» O matador, nascido nos Estados Unidos no seio de uma família afegã, era segurança de profissão. Não gostava de ver homens a beijarem-se, declarou o pai aos media. Obama foi claro: «Não vamos ceder ao medo ou virar-nos uns contra os outros. Vamos permanecer unidos como americanos para proteger o nosso povo, defender a nossa nação e agir contra os que nos ameaçam.» O massacre de Orlando foi o ataque a tiro mais mortífero da História dos Estados Unidos. Foi declarado estado de emergência em toda a Flórida e, nas últimas 24 horas, realizaram-se marchas de repúdio em cidades de vários Estados americanos.
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Eduardo Pitta
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08:30
domingo, 12 de junho de 2016
ORLANDO, MASSACRE
As pessoas que estavam a divertir-se na discoteca Pulse não eram WASP (white anglo-saxon protestant), eram membros da comunidade hispânica. A Pulse é a discoteca gay de Orlando onde um tarado abateu 50 pessoas a tiro, fazendo reféns mais 300. Houve quem conseguisse fugir. O pesadelo acabou quando uma brigada da polícia de choque invadiu o local e abateu o atirador. Rescaldo: 50 mortos, 53 feridos em estado grave. Aconteceu ontem à noite (sete da manhã de hoje em Lisboa), e as autoridades americanas ainda não sabem se o atirador era um radical islâmico. Mas quem quer saber de um massacre anti-gay na cidade-Disney?
Publicada por
Eduardo Pitta
à(s)
15:00
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