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terça-feira, 16 de julho de 2019

QUEM RESPONDE POR ISTO?


E ninguém é responsável?

Clique na notícia e imagem do Expresso.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

EM QUE FICAMOS?


Para lá do facto de pôr eventuais compradores de pré-aviso, deixando Sérgio Monteiro numa situação equívoca, isto significa o quê? O Banco de Portugal não tem autonomia face ao ministério das Finanças? O ministro pode anular o contrato a termo feito pelo BdP com o antigo secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações?

Imagem: Económico. Clique.

domingo, 15 de novembro de 2015

AMENDOINS


Nada disto preocupa o Presidente da República, que vai amanhã relaxar dois dias para a Madeira. Portanto, aos 3,9 mil milhões de euros que o Fundo de Resolução lá pôs em Agosto do ano passado, é preciso acrescentar depressa mais estes amendoins.

A imagem é do Jornal de Notícias. Clique.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

NOVO BANCO & DÉFICE


É a própria imprensa dos “interesses” a desmentir o primeiro-ministro. Imagem do Económico. Clique para ler melhor.

domingo, 13 de setembro de 2015

DISCURSO DIRECTO, 14

Nuno Saraiva, editorial do Diário de Notícias. Excertos, sublinhados meus:

«Pedro Passos Coelho não pára de surpreender. [...] “Organizarei uma subscrição pública para os ajudar a ir a tribunal.” [aos lesados do BES]

A demagogia, de facto, não tem limites. Um primeiro-ministro não é provedor da Santa Casa nem presidente da Cáritas ou do Banco Alimentar. Não lhe compete ser promotor da caridadezinha ou de exercícios de crowdfunding que têm por único objetivo servir-se do desespero alheio à procura de votos. Não se tivesse Passos Coelho demitido das suas funções, isto é, de resolver os problemas que afligem a comunidade, e, provavelmente, o Novo Banco já estaria vendido. Na verdade isso não acontecerá porque os efeitos que a operação vier a ter na derrapagem do défice público não deixarão de lhe ser assacados. [...] Passos promete pois, a título pessoal, contribuir com dinheiro seu para financiar as custas judiciais de eventuais processos que venham a existir. Ficamos à espera de outras subscrições, ainda faltam três semanas para as eleições, promovidas pelo primeiro-ministro para trazer de volta aqueles que emigraram, ajudar os que não têm emprego ou comprar os remédios aos reformados a quem cortou nas pensões ou no complemento solidário. De facto, a demagogia não tem limites. [...]»

terça-feira, 1 de setembro de 2015

NOVO BANCO

Facto: passou um ano sem que o Novo Banco tivesse sido vendido. Consequência: os 4,9 mil milhões de euros que o Estado, através do Fundo de Resolução, aplicou nele, têm de ser indexados ao défice, que desse modo passará dos miríficos 2,7% anunciados pelo Governo para nada menos que 7,5%. Um rombo e tanto. Falhada a operação Anbang, mesmo que o senhor Guo Guangchang (o patrão da Fosum e, portanto, do Hospital da Luz e da seguradora Fidelidade) decida dar um passo em frente, o défice bateu no tecto: o prazo de doze meses é improrrogável. Maria Luís vai tentar comover Bruxelas, mas a realidade congelou o Novo Banco.