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domingo, 18 de agosto de 2019

ACABOU


E às 19:40 do 7.º dia, foi desconvocada a greve dos motoristas de matérias perigosas.

Clique na imagem do Público.

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

A VIDA COMO ELA É

Os motoristas de matérias perigosas são mal pagos? São. A remuneração que recebem (salário e horas extraordinárias) comporta truques inadmissíveis? Sim. Travestir as horas extraordinárias em ajudas de custo configura fraude fiscal? Sim. Os trabalhadores são afectados na doença e na reforma a reboque da trapaça fiscal? São.

Isto tudo é verdade.

Há um pequeno detalhe: em Portugal, com excepção dos banqueiros, juízes e magistrados tout court, advogados de topo na área dos negócios e quadros superiores de meia dúzia de grandes empresas, todas as profissões são mal pagas, e algumas vergonhosamente mal pagas, como é o caso dos médicos e enfermeiros.

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

SIMM DESCONVOCA

Depois da FECTRANS ter aceitado rever o acordo colectivo, ontem, também o SIMM, o sindicato de camionistas, abandonou esta noite a greve.

Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e Habitação, recebeu os representantes do SIMM e da ANTRAM, formalizando o fim da greve por parte destes trabalhadores.

Os motoristas do Pardal continuam, mas sozinhos.

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

DONE

Um acordo entre a FECTRANS — o sindicato de motoristas afecto à CGTP — e o patronato acaba de estabelecer a revisão da convenção colectiva de trabalho. Entre outros detalhes, os salários dos motoristas sobem 120 euros por mês (valor mínimo) a partir do próximo mês de Janeiro. O sindicato do Pardal ficou de fora.

Mas, como toda a gente sabe, ou devia saber, a Lei geral determina que a anuência de um único sindicato da mesma área profissional é suficiente para alterar os acordos colectivos. Foi o que foi feito.

Pedro Nuno Santos, o ministro das Infraestruturas e Habitação, terá mediado as negociações.

A GREVE

Preso por ter cão, preso por não ter cão. Na greve da Primavera, caiu o Carmo e a Trindade porque, gritou a Oposição e sublinharam os media, o Governo não tinha tido pulso contra os motoristas de matérias perigosas.

Agora que o Governo tomou todas as medidas necessárias para minimizar o impacto de uma greve assente nos salários de 2022 (repito: 2022), aqui-d’el-rei que o primeiro-ministro impôs mão de ferro. É o diz o BE e sublinham alguns comentadores, sendo um deles Pacheco Pereira.

À cautela, o PCP lamenta a tentativa de enfraquecer os direitos dos trabalhadores tout court, mas, em simultâneo, vai dizendo que a luta dos motoristas tem contornos «obscuros» e é contra o interesse público.

PSD e CDS estão a banhos.

A bem ou a mal, este conflito tem de resolver-se. E o Governo (o actual, sem esperar pelas próximas eleições) tem a obrigação de arrancar com a construção do um oleoduto que garanta o abastecimento do aeroporto de Lisboa. Custa 40 milhões de euros? Paciência.

sábado, 3 de agosto de 2019

ALARMISMO


O agitprop alarmista em torno da provável greve dos motoristas de matérias perigosas (a pretexto dos salários de 2022), com início previsto para o próximo dia 12, é uma manobra infame.

É uma mentira grosseira dizer que há postos sem combustíveis. Num posto onde estive, o responsável explicou: «Assim que o nosso depósito chega a 30%, pedimos imediatamente reforço. Se fizermos o pedido até às quatro da tarde, o reforço é feito no próprio dia

Portanto não vale a pena inventar histórias de famílias munidas de jerrycans (como disse uma mulher na televisão) e de postos a zero.

Clique na imagem da RTP.