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quinta-feira, 11 de março de 2021

PRÉMIO PESSOA 2020


A engenheira Elvira Fortunato, 56 anos, investigadora e professora catedrática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (escola onde ocupa o cargo de vice-reitora), recebeu hoje o Prémio Pessoa relativo a 2020.

Elvira Fortunato notabilizou-se pela criação do transístor de papel e do primeiro ecrã transparente concebido a partir de materiais sustentáveis.

O júri foi constituído por Pinto Balsemão, Rui Vilar, Ana Pinho, António Barreto, Clara Ferreira Alves, Diogo Lucena, Eduardo Souto de Moura, José Luís Porfírio, Maria Manuel Mota, Pedro Norton, Rui Magalhães Baião, Rui Vieira Nery e Viriato Soromenho-Marques.

Clique na imagem do Expresso.

sábado, 14 de dezembro de 2019

O PRÉMIO

Todos os anos, sempre que é atribuído o Prémio Pessoa, alguém sugere que o vencedor devia ou podia ter sido outro/a. Em 1987, quando surgiu, não havia redes sociais. Nessa altura, o jornalismo cultural (que ainda existia) dava palpites. Hoje toda a gente se sente habilitada a invectivar a escolha do júri.

Mas há um detalhe em que pouca gente terá reparado: o Prémio Pessoa não é um prémio de consagração, é um prémio que visa dar visibilidade a pessoas ou instituições que se tenham distinguido na vida científica, artística ou literária. Dito de outro modo, não é para “consagrados” como tal reconhecidos pela opinião pública. Destina-se «a pessoas que não têm uma obra terminada, de quem se espera continuidade no seu trabalho.»


Justamente por não ter “consagrados” como alvo, não se percebe — ou percebe-se demasiadamente bem — que tenha sido atribuído a José Mattoso (1987), António Ramos Rosa (1988), Maria João Pires (1989), Menez (1990), Fernando Gil (1993), Herberto Helder (1994, recusou), Vasco Graça Moura (1995), José Cardoso Pires (1997), Manuel Alegre (1999), Emmanuel Nunes (2000), Mário Cláudio (2004), Luís Miguel Cintra (2005), Eduardo Lourenço (2011) e Rui Chafes (2015). Por feliz coincidência admiro estas catorze personalidades. Mas a minha admiração não é para aqui chamada.

A tendência parece estar a mudar. Um prémio que começou por caucionar o já caucionado, fixando o crème de la crème da nomenklatura nacional, aposta hoje em valores seguros que ainda não acederam ao Panteão. O arquitecto Manuel Aires Mateus (2017), o geógrafo Miguel Bastos Araújo (2018), bem como o actor e encenador Tiago Rodrigues (2019), são três bons exemplos.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

PRÉMIO PESSOA


Tiago Rodrigues, 42 anos, actor, dramaturgo, encenador, gestor cultural e actual director artístico do Teatro Nacional D. Maria II, de Lisboa, é o vencedor do Prémio Pessoa 2019.

Ao longo dos últimos vinte anos, Tiago Rodrigues trabalhou com companhias de teatro nacionais e estrangeiras (uma delas sendo a STAN belga), foi argumentista das Produções Fictícias, criou a companhia Mundo Perfeito, foi professor na Universidade de Évora e na Escola Superior de Dança de Lisboa, colaborou com coreógrafos e cineastas, etc. Actualmente colabora com a Royal Shakespeare Company numa adaptação de dois romances de Saramago.

O júri do prémio é constituído por Francisco Pinto Balsemão, Rui Vilar, Ana Pinho, António Barreto, Clara Ferreira Alves, Diogo Lucena, Maria Manuel Mota, Eduardo Souto de Moura, Maria de Sousa, José Luís Porfírio, Pedro Norton, Rui Magalhães Baião, Rui Vieira Nery e Viriato Soromenho-Marques.

Clique na imagem.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

PRÉMIO PESSOA


Miguel Araújo, 49 anos, geógrafo, especialista em biodiversidade, investigador do Museu Nacional de Ciências Naturais de Madrid e do CSIC (Consejo Superior de Investigaciones Científicas), professor visitante do Imperial College de Londres e das universidades de Évora e Copenhaga, é o vencedor do Prémio Pessoa 2018.

De acordo com o ranking americano Highly Cited Researchers 2018, figura entre os quinze investigadores mais citados (em publicações científicas) do mundo.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

PESSOA 2017


O arquitecto Manuel Aires Mateus, 53 anos, é o vencedor do Prémio Pessoa 2017. Em Portugal, a obra mais recente é o edifício-sede da EDP, em Lisboa. No estrangeiro, é o Centro de Criação Contemporânea de Tours. Manuel Aires Mateus leccionou na Graduate Scholl of Desing, de Harvard (USA), leccionando actualmente na Accademia di Architettura de Mendrisio, na Suíça. Um prémio merecido.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

PRÉMIO PESSOA


Rui Chafes, 49 anos, artista plástico, venceu o Prémio Pessoa 2015. Desde 1990, quando Menez (Maria Inês da Silva Carmona Ribeiro da Fonseca, 1926-1995) foi laureada, nenhum outro artista plástico tinha sido distinguido com o prémio. Clique na imagem.