Tsipras ganhou o referendo. A vitória do Não é inequívoca: 61,3% contra 38,7% do Sim. A abstenção foi de 37,6%. Vamos ver o que a Grécia ganhou ou poderá vir a ganhar com este desfecho. Para já, Varoufakis demitiu-se: Excerto do statement de despedida: «Soon after the announcement of the referendum results, I was made aware of a certain preference by some Eurogroup participants, and assorted ‘partners’, for my… ‘absence’ from its meetings; an idea that the Prime Minister judged to be potentially helpful to him in reaching an agreement. For this reason I am leaving the Ministry of Finance today.» Foi uma pena ter levado cinco meses a perceber o óbvio.
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segunda-feira, 6 de julho de 2015
quinta-feira, 2 de julho de 2015
A ESPIRAL
Um grupo de 246 professores gregos de Economia tornou público um dramático apelo ao Sim no referendo de domingo (se houver referendo). A imagem é do Ekathimerini. Clique na imagem.
Publicada por
Eduardo Pitta
à(s)
17:00
CONTRADIÇÃO NOS TERMOS
A ver se falamos português. Tsipras diz que votar no Não, como ele pretende, não significa sair da zona euro. Verdade que, dos 28 Estados-membros da UE, apenas 19 adoptam o euro. Os restantes não abdicaram das moedas nacionais. Mas é uma manobra de prestidigitação (a palavra certa é vigarice) induzir o eleitorado no sentido do Não, tendo como pressuposto a manutenção do status quo. O Não obrigará a Grécia a romper com o protocolo do Eurogrupo. Votar no Não e recomeçar no dia seguinte a ponte aérea para as reuniões de Bruxelas é uma contradição nos termos.
Publicada por
Eduardo Pitta
à(s)
08:30
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