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segunda-feira, 30 de julho de 2018

ROBLES SAI DE CENA


O óbvio ululante depois da marretada de Luís Fazenda.
Clique na imagem do Expresso.

APARTHOTEL ROBLES


Na sua forma actual, o Prédio Robles é um aparthotel. Dispõe de 10 aparts de dimensão variável (entre 28 e 38 metros quadrados), e uma suíte júnior com 41 metros quadrados.

Podia ser um lar da terceira idade, podia, mas para isso era necessária consciência social. Prédio para famílias viverem não é. O descritivo do anúncio da Christie’s é muito claro.

Clique na imagem.

domingo, 29 de julho de 2018

PRÉDIO ROBLES


Apartamentos prontos para serem utilizados em Short Term Rental — com maiúsculas e tudo —, sublinha, em português e inglês, o anúncio da Christie’s relativo à venda do Prédio Robles.

Ninguém está a dizer que isto não é legal. Ninguém está a dizer que isto não é o trivial do arrivismo gauchiste. Ninguém está a dizer que isto não é o sonho de todos os merceeiros enriquecidos. Há um porém: Catarina Martins, líder do BE, não pode vir dizer que os media inventaram o negócio. O anúncio esteve em linha desde Outubro de 2017. Só agora desapareceu.

Clique nas imagens.

sábado, 28 de julho de 2018

AINDA ROBLES


Pronto. O Prédio Robles foi comprado pelo vereador do BE numa hasta pública do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social, ao tempo em que Pedro Mota Soares (CDS) era ministro. Fica sanada a minha perplexidade quanto a transacções deste tipo efectuadas sem concurso.

A base de licitação foi de 286 mil euros. Robles arrematou por 347 mil. E depois gastou 650 mil a restaurar e requalificar.

Quem avaliou o prédio por 286 mil euros, em 2014, não suspeitava que o valor de mercado, após restauro, fosse dezasseis ou dezassete vezes superior? Os peritos do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social não consultam as páginas das grandes imobiliárias?

Confirma-se ter sido a Caixa Geral Depósitos (Estado) a financiar o negócio?

Entretanto, o prédio foi grafitado com slogans iguais aos que o BE usa. Clique na imagem.

CASO ROBLES


Li o extenso statement que Ricardo Robles, vereador do BE na Câmara de Lisboa, publicou às 19:09 de ontem no esquerda.net (antes havia lido praticamente tudo o que há para ler sobre a compra e venda do prédio de Alfama de que é co-proprietário com a irmã emigrada na Bélgica). Acho curioso saber que o prédio foi comprado à Segurança Social, um organismo do Estado que, pelos vistos, pode vender património a privados, sem concurso público.

A partir daqui... não me interessa saber se comprou por 347 mil euros e pretende vender por 5,7 milhões. Nem que decidiu «colocar o imóvel em propriedade horizontal, de forma a poder dividir as frações entre mim e a minha irmã.» Nem o que combinou ou deixou de combinar com os inquilinos. Também não me interessa saber se tem, noutra freguesia de Lisboa, um apartamento de 85 metros quadrados colocado no mercado de arrendamento por 1.300 euros mensais.

Porém, a confirmar-se, interessa-me saber por que razão a Autoridade Fiscal avaliou o prédio em 314 mil euros, ou seja, um valor inferior ao da compra. A juntar aos 347 mil pagos pelo prédio degradado, as obras de restauro e requalificação terão custado 650 mil euros. Então e a AF avalia em 314 mil o que vale 997 mil? Porquê?

Isto dito, lembrar que a actividade política tem custos. Como cidadão, Ricardo Robles tem todo o direito a especular no imobiliário. Como político, não tem. Ainda que fosse um daqueles de quem ninguém sabe o nome. Sucede que Ricardo Robles é um conhecido activista anti-gentrificação. Em que ficamos?

quarta-feira, 24 de junho de 2015

AKRASIA

Se e quando Maria Luís Albuquerque impuser mais um enorme aumento de impostos, associado a novos cortes na Segurança Social, na Saúde e na Educação, Catarina Martins (BE) não pode dar um pio. Afinal, foi ela que ontem disse que o Syriza tinha conseguido uma grande vitória em Bruxelas. Grande parte dos deputados do Syriza não concordam, como fez saber Alexis Mitropoulos, vice-presidente do Parlamento grego, antecipando o chumbo do pacote negociado por Tsipras. Mas cada um vive na realidade que constrói.