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segunda-feira, 4 de junho de 2018

RACISMO NA FEIRA DO LIVRO


Não assisti, mas confio no relato de Bárbara Bulhosa. Sábado, um debate sobre racismo, organizado pela editora Tinta da China a pretexto do livro Racismo no País dos Brancos Costumes, da jornalista Joana Gorjão Henriques, foi sabotado por uma assalariada da APEL, de seu nome Beatriz Reis. Fardada com uma camisola da associação, a mulher referiu-se aos membros da mesa (Ana Tica, Beatriz Dias, Mamadou Ba, Raquel Rodrigues e a autora do livro) como «esta gente», várias vezes os interrompeu com comentários de mau gosto e, a dez minutos do final da sessão, interpelou Mamadou Ba, dirigente do SOS Racismo, com um intempestivo «Vê lá se te despachas!» A sessão terminou ali. A mulher continuou: «Com a Tinta da China é sempre isto, quem julgam que são?» Isto no meio de um «chorrilho de insultos». Abominável.

Bárbara Bulhosa apresentou queixa, naturalmente.

A foto foi roubada do seu mural do Facebook. Clique

quinta-feira, 24 de maio de 2018

FEIRA DO LIVRO DE LISBOA


Hoje na Sábado, as minhas sugestões para quem for à Feira do Livro de Lisboa. Clique na imagem.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

LIVROS EM BELÉM


No próximo domingo, dia 4, estarei na Festa do Livro que abriu ontem nos jardins do Palácio de Belém. Repito o que escrevi dezenas de vezes: não gosto de feiras. Só o respeito pelos leitores e as obrigações contratuais e de amizade com os meus editores fazem com que esteja presente neste tipo de eventos.

Tendo livros publicados por várias chancelas, deixo aqui detalhes das capas dos cinco mais recentes: Cidade Proibida, romance, 2007 (a edição disponível é a de 2013, ou seja, a quarta); Desobediência, poesia, 2011 (colige os anteriores livros de poesia); Cadernos Italianos, diário de viagem, 2013; Um Rapaz a Arder, memórias, 2013; e Pompas Fúnebres, crónicas, 2014. Conforme o gosto de cada um, estas obras podem encontrar-se, respectivamente, nos stands da Planeta, Dom Quixote, Tinta da China, Quetzal e Babel. Clique na imagem.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

FESTA DO LIVRO


Um realejo com Florbela Espanca abre hoje (18:00), nos jardins do Palácio de Belém, a Festa do Livro. Estão representadas 33 editoras e os seus autores de língua portuguesa. Além de quiosques de venda de livros, haverá um kindergarten e sete pontos de restauração. Pedro Mexia, assessor cultural do Presidente da República, organizou debates sobre vários temas em que participarão, entre outros, Bernardo Pires de Lima, Bruno Vieira Amaral, Djaimilia Pereira da Silva, Eduardo Lourenço, Frederico Lourenço e Maria de Fátima Bonifácio. Também haverá jogos didácticos (seja lá o que isso for), sessões de leitura de poesia, charlas com contadores de histórias, uma palestra sobre Pessoa, intervenções do Quarteto de Cordas da GNR, um espectáculo de fado com Cristina Branco (amanhã), bem como, no sábado, a estreia de «Visita ou Memórias e Confissões», o filme póstumo de Manoel de Oliveira, que volta a ser exibido no domingo. Pela parte que me toca, estarei presente no domingo a partir das 17h. A entrada é livre, mas quem quiser ir terá de levar consigo o cartão de cidadão ou o bilhete de identidade.

terça-feira, 14 de junho de 2016

POIS

O livro mais vendido na Feira de Lisboa foi o Mein Kampf, de Hitler. Edição Guerra & Paz, com noventa páginas de prefácio de Manuel S. Fonseca, contextualizando a obra. Logo a seguir, o mais vendido foi o último romance de José Rodrigues dos Santos (Gradiva). Quem dá estas novidades é o Diário de Notícias.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

A FEIRA

Telefonema da TSF. O jornalista quer saber o que tenciono comprar na Feira do Livro. Digo-lhe que este ano nem por lá devo passar (não publiquei nenhum livro em 2015), que não gosto da Feira, e que só lá fui a dúzia de vezes em que por obrigação contratual tinha de cumprir o ritual dos autógrafos. Contracorrente? Paciência. Não gosto.

Expliquei porquê: abomino estar sentado ao sol, ficar encharcado dos pés à cabeça porque o toldo do stand não aguentou a bátega, ir a correr para o Hospital da Luz porque a cadeira do Jorge caiu de um estrado com quase um metro, tropeçar em berços do tamanho de caravanas, ficar com um pólo estragado porque uma criança ao colo dos pais deixou cair o gelado em cima de mim, ter que ir ao Ritz se me apetecer urinar, suportar poeira e vento agreste, aturar tontos, etc. Isto dito, das vezes que fui, até tive a companhia de bons amigos, editores e escritores. Não cito nomes porque o risco de esquecer alguém é muito grande. Quanto à Feira, estamos conversados.