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segunda-feira, 18 de junho de 2018

RANKING FT

Do ranking 2018 do Financial Times, agora divulgado, fazem parte três escolas portuguesas. Portuguesas? Vero?

São elas a Nova School of Business and Economics, classificada em 21.º lugar; a Católica-Lisbon, em 23.º e, a seguir, o ISCTE Business School, em 27.º (o ranking reporta às 30 melhores, em todo o mundo). Já sei que as aulas são dadas em inglês, mas faz-me muita confusão ver as escolas oficialmente designadas em língua estrangeira.

A tudo isto, os adversários contumazes do AO90 dizem nada. É claro que as consoantes mudas são mais importantes. Obviously!

sábado, 10 de março de 2018

PONTOS NOS II


Luís Filipe Castro Mendes, ministro da Cultura, hoje no DN —

«O acordo não é o melhor possível mas está vigente e segui-o para horror e espanto de muitos amigos. Não porque lhe tenha um grande amor, mas porque para mim a ortografia é uma convenção e não considero que a anterior seja a maior das maravilhas. Tudo se pode aperfeiçoar, é a minha opinião. Enquanto estiver em vigor vou segui-lo e lamento os meus amigos que consideram isto uma traição. Há como que uma luta de religiões em torno do acordo, só que eu não tenho religião

É exactamente o que eu penso, embora, por comodismo, continue a escrever como aprendi. Sobre o livro escreverei noutra ocasião e lugar.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

PCP & AO90

O PCP pretende o ‘recesso’ do Acordo Ortográfico de 1990, mas o seu projecto foi chumbado. Votaram contra: PS, BE, PSD e CDS. Votaram a favor: PCP, PEV e dois deputados do CDS: Filipe Lobo d'Avila e Ilda Araújo Novo. Abstenções: PAN, uma deputada do PS (Helena Roseta), um deputado do PSD (Miguel Morgado), e três deputados do CDS (Isabel Galriça Neto, Teresa Caeiro e António Carlos Monteiro). O ‘recesso’ significaria que Portugal se desvinculava do AO 90. Foi mais um episódio do folhetim.

sábado, 20 de junho de 2015

CHOVER NO MOLHADO

Parte da opinião pública que não deu um passo para tentar referendar o ingresso na CEE (1985), a aplicação do Acordo de Schengen (1991), o Tratado de Maastricht (1992) e a adesão à Zona Euro (1999), quer agora referendar o Acordo Ortográfico aprovado em 1990. Uma futilidade equivalente a referendar a descolonização. Estou à-vontade porque passo ao lado do AO 90. Escrevo como aprendi (AO 45) e não tenciono mudar. Mas um escritor pode permitir-se essa idiossincrasia. Professores, alunos, agentes do Estado, etc., têm de cumprir a Lei aprovada há 25 anos.