LER 111
A LER 111 chegou às bancas e livrarias. Agustina Bessa-Luís, aliás Maria Ordoñes, é o tema central: publicam-se inéditos, entre eles o primeiro capítulo de Ídolo de Barro (romance de 1940 nunca publicado), um conto de 1947 e um texto de 2005. A partir de Crónica do Cruzado Osb., Pedro Mexia escreve um ensaio. Eu participo a dobrar: ensaio (Agustina, Nome de Guerra) e crónica (A Sibila). Inês Pedrosa recorda uma viagem que fez com ela a Frankfurt. Por seu turno, Carlos Vaz Marques entrevista Alberto Luís e Mónica Baldaque, marido e filha da escritora. Entre outras coisas, fica-se a saber que há mais de uma dúzia de peças de teatro inéditas: «Mas é preciso um plano e um editor para estes inéditos...», diz Alberto Luís.
É claro que este número da revista tem muito mais que ler. Por exemplo, Wislawa Szymborska é recordada por Béata Cieszynska, investigadora polaca da Universidade de Lisboa. Carla Maia de Almeida faz o perfil dos ilustradores portugueses que vão representar Portugal na Feira do Livro Infantil de Bolonha. O resto — crónicas, recensões críticas, notas de leitura, artigos, notícias, a secção 15/25, a coluna do Provedor, etc. —, que é muito, preenche as 96 páginas da revista.
Etiquetas: Nova LER


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