LEYA VAZIO
Concorreram 325 originais, quatro conseguiram chegar à short-list, mas a fragilidade estilística e as limitações narrativas levaram o júri do Prémio LeYa — Manuel Alegre, Nuno Júdice, José Carlos Seabra Pereira, Carlos Heitor Cony, Rita Chaves, Lourenço do Rosário e Pepetela — a não atribuir o prémio este ano. No valor de cem mil euros, o Prémio LeYa distinguiu O Rastro do Jaguar, do brasileiro Murilo Carvalho, em 2008; e O Olho de Hertzog, do moçambicano João Paulo Borges Coelho, em 2009. Este ano não há nada para ninguém. Os finalistas, três portugueses e um brasileiro, vão ter de ir bater a outra porta.
[Ao alto, Darkbrown and grey de Mark Rothko, 1969.]
Etiquetas: Cena literária


<< Home