SUROESTE OUT

Entre 11 de Março e 16 de Maio, o MEIAC — Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo — teve patente a exposição Suroeste, respeitante às relações literárias e artísticas entre Portugal e Espanha, no período de 1890 (surgimento do Simbolismo português) a 1936 (início da Guerra Civil espanhola). Dito de outro modo, uma grande angular em torno da cumplicidade entre modernistas dos dois lados da fronteira. Organizada pela Junta da Extremadura e pela Sociedad Estatal de Conmemoraciones Culturales, Suroeste foi comissariada por Antonio Sáez Delgado, Luis Manuel Gaspar, Juan Manuel Bonet, Sara Afonso Ferreira e Antonio Franco Domínguez. Os dois primeiros, Delgado e Gaspar, são os editores do imprescindível catálogo, em dois volumes e 855 páginas, cuja caixa se vê ao alto.
Desde a primeira hora se pensou trazer a exposição a Lisboa. Depois de várias diligências, ficou assente que a Assembleia da República acolheria Suroeste a partir de Junho. Agora não. Invocando a crise, alguém dos serviços administrativos da AR comunicou anteontem ao MEIAC a impossibilidade de honrar o compromisso.
Ao menos o catálogo está disponível em (quase) todas as livrarias. Carote, mas excelente. E obra de referência para estudar o modernismo ibérico.
Desde a primeira hora se pensou trazer a exposição a Lisboa. Depois de várias diligências, ficou assente que a Assembleia da República acolheria Suroeste a partir de Junho. Agora não. Invocando a crise, alguém dos serviços administrativos da AR comunicou anteontem ao MEIAC a impossibilidade de honrar o compromisso.
Ao menos o catálogo está disponível em (quase) todas as livrarias. Carote, mas excelente. E obra de referência para estudar o modernismo ibérico.
Etiquetas: Arte, Dívida pública, Modernismo

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