O DESEJADO

A manchete do Expresso não ilude. A direita mais conservadora percebeu que Cavaco não é o seu homem. Bagão Félix é o desejado. Faz todo o sentido.
Economista com passagem pelo INSEAD, Bagão tem 62 anos (Cavaco fará 71 em Julho) e é do Benfica. Católico praticante, é o consultor da Conferência Episcopal Portuguesa para os Assuntos Sociais e Éticos. Foi secretário de Estado em quatro governos, e ministro em dois: da Segurança Social e do Trabalho, com Durão Barroso; das Finanças, com Santana Lopes. Autor da reforma da Segurança Social de 2004. Entre outros cargos, ocupou os de deputado (1983-85), vice-governador do Banco de Portugal, director-geral do BCP, director financeiro e administrador de companhias de seguros e bancos, presidente do Conselho Fiscal do Banco Alimentar Contra a Fome, presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz, etc. É dirigente da SEDES. Catedrático convidado na Universidade Lusíada, dá aulas desde 1972. Tem obra publicada na sua área de intervenção profissional, e ainda um livro de contos e uma colectânea de crónicas. Colunista de vários jornais, entre eles A Bola. Considerado próximo do CDS-PP, não milita em nenhum partido. A botânica é o seu hobby de eleição há mais de 30 anos. Não fuma. Nunca fumou. Casado, tem duas filhas: uma veterinária, outra publicitária. Se a direita não se revir num currículo assim, não se revê em coisa nenhuma.
Para já, Bagão protesta desinteresse. Disse ao Público: «Houve pessoas que me falaram dizendo que eu estaria bem para assumir uma candidatura presidencial. Nunca tal me passou pela cabeça e, à partida, direi que não páro para pensar nisso.» A ver vamos.
Economista com passagem pelo INSEAD, Bagão tem 62 anos (Cavaco fará 71 em Julho) e é do Benfica. Católico praticante, é o consultor da Conferência Episcopal Portuguesa para os Assuntos Sociais e Éticos. Foi secretário de Estado em quatro governos, e ministro em dois: da Segurança Social e do Trabalho, com Durão Barroso; das Finanças, com Santana Lopes. Autor da reforma da Segurança Social de 2004. Entre outros cargos, ocupou os de deputado (1983-85), vice-governador do Banco de Portugal, director-geral do BCP, director financeiro e administrador de companhias de seguros e bancos, presidente do Conselho Fiscal do Banco Alimentar Contra a Fome, presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz, etc. É dirigente da SEDES. Catedrático convidado na Universidade Lusíada, dá aulas desde 1972. Tem obra publicada na sua área de intervenção profissional, e ainda um livro de contos e uma colectânea de crónicas. Colunista de vários jornais, entre eles A Bola. Considerado próximo do CDS-PP, não milita em nenhum partido. A botânica é o seu hobby de eleição há mais de 30 anos. Não fuma. Nunca fumou. Casado, tem duas filhas: uma veterinária, outra publicitária. Se a direita não se revir num currículo assim, não se revê em coisa nenhuma.
Para já, Bagão protesta desinteresse. Disse ao Público: «Houve pessoas que me falaram dizendo que eu estaria bem para assumir uma candidatura presidencial. Nunca tal me passou pela cabeça e, à partida, direi que não páro para pensar nisso.» A ver vamos.
Etiquetas: Presidenciais 2011

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