EM QUE FICAMOS?

Este naco de uma notícia da edição de hoje do Público sobre eventuais chapeladas (i.e., fraude) no PSD, dá que pensar:
«Num apartamento de tipo T1, por exemplo, estão registados 11 militantes, um dos quais é contratado pela junta. Na mesma rua, surgem outros dois endereços onde supostamente residem um total de 11 inscritos no partido (seis numa casa, cinco noutra, sem indicação de tipologia). Numa rua ao lado, há outro apartamento onde supostamente vivem mais 11 militantes, e uma cave de outra rua próxima, um T3, dá endereço para mais seis inscritos no partido, um dos quais é igualmente funcionário da junta de freguesia.»
Então as inscrições dos militantes do PSD referem a tipologia da residência? (E não haverá nenhum loft com 300 militantes ao molho?) Ou alguém foi indagar, violando a privacidade dos visados? Em que ficamos?
«Num apartamento de tipo T1, por exemplo, estão registados 11 militantes, um dos quais é contratado pela junta. Na mesma rua, surgem outros dois endereços onde supostamente residem um total de 11 inscritos no partido (seis numa casa, cinco noutra, sem indicação de tipologia). Numa rua ao lado, há outro apartamento onde supostamente vivem mais 11 militantes, e uma cave de outra rua próxima, um T3, dá endereço para mais seis inscritos no partido, um dos quais é igualmente funcionário da junta de freguesia.»
Então as inscrições dos militantes do PSD referem a tipologia da residência? (E não haverá nenhum loft com 300 militantes ao molho?) Ou alguém foi indagar, violando a privacidade dos visados? Em que ficamos?
Etiquetas: Directas PSD, Política nacional, Sociedade

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